História da Civilização Brasileira Volume 1

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Publicado em 2018-05-29 19:52:22

Do descobrimento à expansão territorial BERTRAND BRASIL A História Geral da Civilização Brasileira éuTia coleção sem paralelo na nossa produção intelectual, abrangendo cronologicamente toda a História do Brasil, em um nível de tratamento elevado, mas não indecifrável. Constitui-se de uma coleção de 1 1 volumes, dirigida por Sérgio Buarque de Holanda (períodos colonial e monárquico) e Boris Fausto (período republicano). A obra analisa diferentes campos da formação histórica do país, desde a organização material da sociedade até as formas da cultura e do pensamento. Os dois primeiros volumes foram dedicados à éooca colonial. Diferentes especialistas estudam o processo de constituição e consolidação do Brasil como colônia portuguesa, abrangendo desde os aspectos econômicos e sociopolíticos até temas como os da medicina colonial, a música barroca, as expedições científicas. O período monárquico é tratado em cinco volumes. Abre-se com a análise das condições de emancipação do Brasil e se encerra com a crise do regime monárquico e a transição para a República, em um volume, hoje clássico, inteiramente escrito por Sérgio Buarque de Holanda. O período republicano divide-se cronologicamente em duas épocas: uma anterior e outra posterior a 1 930, ano de crise mundial e de revolução no Brasil. Nestes volumes, em número de quatro, diferentes autores analisam desde o processo de implantação da chamada República Velha até as complexas estruturas e relações sociais que caracterizam o Brasil de anos mais recentes. Ao mesmo HISTÓRIA GERAL DA CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA COLABORARAM PARA ESTE VOLUME AZIZ N. AB’SABER. da Faculdade de Filosofia , Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (Fundamentos geográficos da história brasileira). ANTÔNIA FERNANDA P. DE ALMEIDA WRIGHT, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo ( co-autoria de O Brasil no período dos Filipes). PEDRO MOACYR CAMPOS, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (As instituições coloniais: Os antecedentes portugue- ses e co-autoria de As etapas dos descobrimentos portugueses). LAERTE RAMOS DE CARVALHO, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (Ação missionária e educação). MYRIAM ELLIS, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (As bandeiras na expansão geográrica do Brasil). FLORESTAN FERNANDES, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (Antecedentes indígenas: organização social das tri- bos tupis). SÉRGIO BUARQUE DE HOLANDA, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (O descobrimento do Brasil. As primeiras expedições. O governo-geral. A conquista da costa leste-oeste. Os franceses no Maranhão. As monções. A colônia do Sacramento e a expansão no extremo sul e co-autoria de As etapas dos descobrimentos portugueses e de franceses, ingleses e holandeses no Brasil quinhentista - Organização e direção de conjunto). ODILON NOGUEIRA DE MATTOS, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (A guerra dos Emboabas). ASTROGILDO RODRIGUES DE MELLO, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo ( co-autoria de O Brasil no perío- do dos Filipes). J. A. GONSALVES DE MELLO, da Faculdade de Filosofia da Universidade de Recife (O domínio holandês na Bahia e no Nordeste). OLGA PANTALEÃO, da Faculdade de Filosofia de Marília, São Paulo (co-autona de Franceses, ingleses e holandeses no Brasil quinhentista). J. F. DE ALMEIDA PRADO, historiador, São Paido (O regime das capitanias). ARTHUR CÉZAR FERREIRA REIS, historiador, Rio de Janeiro (A ocupação portu- guesa do vale amazônico e Os Tratados de Limites). HISTÓRIA GERAL DA CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA Sob a direção de SÉRGIO BUARQUE DE HOLANDA, assistido por PEDRO MOACYR CAMPOS. TOMO I A ÉPOCA COLONIAL Volume 1 DO DESCOBRIMENTO À EXPANSÃO TERRITORIAL POR Aziz N. Ab’Saber, Antônia Fernanda P. de Almeida, Pedro Moacyr Campos, Laerte Ramos de Carvalho, Myriam Ellis, Florestan Fernandes, Sérgio Buarque de Holanda, Odilon Nogueira de Mattos, Astrogildo Rodrigues de Mello, J. A. Gonsalves de Mello, Olga Pantaleâo, J. F. de Almeida Prado, Arthur Cézar Ferreira Reis Introdução geral Sérgio Buarque de Holanda BERTRAND BRASIL Copyright© 1997, Editora Bertrand Brasil Ltda. Copyright © 1997, direção da coleção, Herdeiros de Sérgio Buarque de Holanda (períodos colonial e monárquico) Capa: Evelyn Grumach & Ricardo Hippert Ilustração: “S. Salvador/Baya de Todos os Sanctos.” Gravura de Claus Jansz Visscher e Hessel Gerritsz [c. 1624]. Original manuscrito da Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro. Editoração: DFL 2007 Impresso no Brasil Printed in Brazil CIP-Brasil. Catalogação-na-fonte Sindicato Nacional dos Editores de Livros, RJ A época colonial, v. 1: do descobrimento à expansão territorial/ t j e Por Aziz N. Ab’Saber... [et al.]; introdução geral de Sérgio Buarque de v j Holanda. - 15? ed. - Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007. 420p.: il. - (História geral da civilização brasileira; t. 1; v. 1) ISBN 978-85-286-0503-7 1. Brasil - História - Período colonial, 1500-1822. I. Ab’Saber, Aziz Nacib, 1924-. ü. Série. 97-1776 CDD- 981.03 CDU - 98 1“ 1500/1 822” Todos os direitos reservados pela: EDITORA BERTRAND BRASIL LTDA. Rua Argentina, 171 — lfandar —São Cristóvão 20921-380 — Rio de Janeiro — RJ Tel.: (0xx21) 2585-2070 —Fax: (0xx21) 2585-2087 Não é permitida a reprodução total ou parcial desta obra, por quaisquer meios, sem a prévia autorização por escrito da Editora. Atendemos pelo Reembolso Postal. SUMÁRIO Introdução geral LIVRO PRIMEIRO O VELHO MUNDO E O BRASIL CAPÍTULO I. - As instituições coloniais: antecedentes portugueses O Absolutismo em Portugal. - Os colaboradores imediatos do Rei. - As Cortes. - A monarquia e a nobreza. - A monarquia e o clero. - A monarquia e o Terceiro Estado. - Os meios materiais da monarquia. - Administração local. - A justiça. - A polícia. - Administração ultramarina. CAPÍTULO II. — As etapas dos descobrimentos portugueses Expansão ultramarina. - O Infante. - A marinha dos descobri- mentos. - Os móveis da expansão portuguesa. - D. João II. - Descobrimento da América. - Tordesilhas. - As índias. CAPÍTULO III. - O descobrimento do Brasil A frota de Cabral. - O achamento da terra. - Porto Seguro. - A primeira missa. - Posse da nova terra. - Oficialização do acha- mento. - A intencionalidade do descobrimento. - A carta de Mestre João. - Os mapas de Bisagudo e Martim Behaim. - O Esmeraldo de situ orbis. - O Tratado de Tordesilhas. - A carta de Pero Vaz de Caminha. - A carta de D. Manuel aos Reis Católicos. - Controvérsia sobre a intencionalidade ou casualida- de do achamento. - Franceses, espanhóis, italianos e alemães no Brasil, antes de Cabral... - A expedição de Cabral. 6 HISTÓRIA GERAL DA CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA LIVRO SEGUNDO A TERRA E A GENTE CAPÍTULO I. “ Fundamentos geográficos da história brasileira 65 Brasil, caso especial das áreas tropicais e subtropicais. - Homogeneidade paisagística. - A presença humana nos trópicos. - Vida agrária e economia agrícola. - Características geológicas e fisiológicas. - Situação geográfica e clima. - Geografia dos solos. - Povoamento e colonização. CAPÍTULO II. - Antecedentes indígenas: organização social das tribos tupis 83 O sistema tribal de relações sociais. - A “tribo” e os grupos lo- cais. - As malocas. - A divisão do trabalho. - Os laços de paren- tesco. - Relações sociais. - Organização tribal e reação à con- quista. - Os primeiros brancos e o escambo. - Relações entre brancos e índios. - Os portugueses, a agricultura e a escravidão. - Os jesuítas. - Reação dos índios. - “Confederação dos Ta- moios.” - A submissão voluntária. - A preservação da autono- mia tribal. LIVRO TERCEIRO O ADVENTO DO HOMEM BRANCO CAPÍTULO I. - As primeiras expedições 103 A primeira frota de reconhecimento. - A expedição de 1503. O pau-brasil. - Escravos, sagüis e papagaios... - Reconhecimento da costa. - Comerciantes e corsários franceses. - Cristóvão Jaques. - Martim Afonso de Sousa. CAPÍTULO II. - O regime das capitanias 111 As doações. - Direitos e obrigações dos donatários. - Problemas esmagadores para os donatários. - A Capitania da Bahia. - A Capitania de Porto Seguro. - A Capitania de Ilhéus. - A Capita- nia de Espírito Santo. - A Capitania de Pero de Góis. - As capi- tanias do sul. - A Capitania de Pernambuco. - Capitanias da costa leste-oeste. - Governo-Geral, colonos hebreus e cultura açucareira. SUMÁRIO 7 CAPÍTULO III. - A Instituição do Governo-Geral 123 Tomé de Sousa e o governo central. - Da Ouvidoria. - Da Provedoria. - Dos serviços espirituais. - A fundação da cidade. - O auxílio dos indígenas; a moral cristã e a mancebia com índias. - A criação de gado. - A alimentação. - Os degredados. - O problema da falta de mulheres. - A imigração de aventureiros. - A imigração de lavradores e artesãos. — A imigração de estran- geiros. - Dificuldades de uma centralização administrativa. - Embargos do donatário Duarte Coelho. - Visita de Tomé de Sousa às capitanias “de baixo”. - Escala em Ilhéus... - ... Porto Seguro. - ... Espírito Santo. - ... São Vicente. - A tradicional colonização litorânea e a colonização de terra adentro. - O sen- timento brasileiro. - A malograda busca de tesouros lendários. - Tomé de Sousa e o desenvolvimento da agropecuária. - Tomé de Sousa e a luta contra a dispersão administrativa. CAPÍTULO IV. - Ação missionária e educação 156 Primeiros núcleos de penetração missionária. - Oposição do cânone jesuítico à posse da terra e de escravos. - A redízima e o desenvolvimento das missões jesuíticas. - A organização dos colégios. LIVRO QUARTO A AMEAÇA EXTERNA CAPÍTULO 1. - Franceses, holandeses e ingleses no Brasil quinhentista 1. Franceses e holandeses 165 A “França Antártica”. - O apoio de reformistas e católicos. - Recrutamento de colonos. - Primeiras dificuldades de coloni- zação. - O incidente com o intérprete. - A conspiração frus- trada. - A hostilidade dos índios. - índios: bichos com figura humana ou homens da Idade de Ouro? - Calvinistas e a Fran- ça Antártica. - Conflitos religiosos na colônia francesa. - La Briqueterie, asilo dos dissidentes. - Villegaignon malvisto pelos católicos e reformistas. - Os portugueses e a liquidação da França Antártica. - Naus francesas e os Tamoios. - Pira- taria. - Perseguição aos últimos franceses. - Consequências da união dinástica entre Portugal e Castela. - Navios estrangeiros de “nações amigas”. - O perigo holandês. 8 HISTÓRIA CERAL DA CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA 2. Ingleses 188 William Hawkins e outros navegadores. - Comércio com o Brasil ao tempo de Isabel de Inglaterra. - Minion de Londres. - Royal Merchant. - Piratas e corsários ingleses. Francis Drake. - Eduardo Fenton. - Robert Withrington e Cristopher Lister. — Thomas Cavendish. — James Lancaster. CAPÍTULO II. - O Brasil no período dos Filipes (1580-1640) 197 Filipe II e a “União Peninsular”. - Política espanhola para o Brasil. - A conquista do Nordeste. Pernambuco e Bahia. - A Paraíba e os franceses. - Maranhão e Pará. - A invasão holande- sa. - Panorama da vida brasileira sob os Filipes. - A restauração portuguesa. CAPÍTULO m. - Conquista da costa leste-oeste 213 As primeiras tentativas de conquista. - A expedição de Frutuoso Barbosa e Francisco Castejón. — Martim Leitão recomeça a em- presa. - A mestiçagem dos franceses com índias. A necessidade da captura definitiva do Rio Grande. - A expedição vitoriosa de Manuel Mascarenhas Homem e Feliciano Coelho. - Jerônimo de Albuquerque, pacificador. - Os portugueses cobiçam o Mara- nhão. - A jornada de Pero Coelho de Sousa. - A missão nas margens do Ceará. - D. Diogo de Meneses determina a conquis- ta da costa leste-oeste. Proezas de Martim Soares Moreno. - A colonização definitiva do Ceará. Os franceses estabelecem-se no Maranhão. CAPÍTULO IV. - Os franceses no Maranhão 227 Henrique IV apóia Charles des Vaux. - La Ravardière e Rasilly. — Dissídios entre comandantes e comandados da França Equino- cial. - Antecedentes da empresa ultramarina. - O utopista M. d’Urfé. - O Cavaleiro de Pisieux. - O Senhor de Sancy. - Os reli- giosos da França Equinocial - Padre Arcanjo. - Os primeiros ca- puchinhos; a travessia. - As primeiras construções. - Posturas para o governo religioso e civil. - O testemunho de Claude d’Abbeville. - Depoimentos de prisioneiros de Guaxenduba. — Rasilly busca o apoio da Coroa. - índios na Corte francesa. - A nau Régente e os socorros de Rasilly. - Primeira jornada frustra- da da conquista do Maranhão. - O início da segunda jornada. — SUMÁRIO 9 A batalha de Guaxenduba. - O tratado de trégua e a brandura de Jerônimo de Albuquerque. - Reforços portugueses; dissen- sões entre Albuquerque e Caldeira. - Novo reforço; vitória final dos portugueses. - Fundação da cidade de Santa Maria de Belém. CAPÍTULO V. - O domínio holandês na Bahia e no Nordeste 260 Interesses de mercadores holandeses no Brasil. - O ataque à Bahia. - O ataque a Pernambuco. O estilo da “guerra brasílica”. - João Maurício de Nassau-Siegen. - Tolerância para com os católicos. - Perseguição aos israelitas. - Política tolerante para com os portugueses. - Medidas contra a monocultura. - “Circo para o povo”. - Melhoramentos no Recife. - O jardim botânico do Conde Nassau... - ... e o zoológico - ... e o museu artístico. - Proteção aos estudos de História Natural, Astronomia, Meteo- rologia, Medicina e outras ciências e artes. - A importância do Recife no século XVII. - Franceses no Recife holandês. - Ingleses. - Escoceses. - Israelitas. - Luso-brasileiros. - Atritos entre luso-brasileiros e holandeses. - Conseqüências da indepen- dência de Portugal. A expulsão dos holandeses. LIVRO QUINTO A EXPANSÃO TERRITORIAL CAPÍTULO I. - A ocupação portuguesa do vale amazônico 283 Pizarro, Orellana e Pedro de Ursua. - Ingleses e holandeses no Amazonas. - A expedição de Castelo Branco. - Fixação e difi- culdades do primeiro núcleo ocupante. - Choque com ingleses e holandeses. - Incremento da ocupação territorial. - A expedição de Pedro Teixeira. — Movimento de penetração além do Tapajós. - As ordens religiosas. - A administração antes de Pombal. - A ad- ministração pombalina. - Levantamento cartográfico. - A má- quina administrativa. CAPÍTULO II. - As bandeiras na expansão geográfica do Brasil 300 1. São Paulo de Piratininga, núcleo de bandeirismo 300 Características geográficas de São Paulo. - Fundação do Colégio de São Paulo. - Entroncamento de passagens natu- 10 HISTÓRIA GERAL DA CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA rais. - O apresamento de índios. - O homem bandeirante. - Organização social do bandeirismo. 2. Origens do bandeirismo 309 Piratininga e o bandeirismo defensivo. - Bandeirismo ofensivo. 3. Desenvolvimento e declínio do bandeirismo de apresamento noséc.XVII 312 As Reduções jesuíticas. - O domínio castelhano. - As princi- pais bandeiras apresadoras. — O declínio do bandeirismo de apresamento. 4. O bandeirismo pesquisador de riquezas 316 A costa do ouro e da prata. - As primeiras entradas. - Brás Cubas. - D. Francisco de Sousa. - A participação de outras capitanias nas pesquisas de minerais preciosos. - A decadên- cia da indústria açucareira. Sua influência nas buscas metalí- feras. - A expedição de Fernão Dias Pais - Expedições paulis- tas do século XVIII. CAPÍTULO III. - A Guerra dos Emboabas 324 As doações de terra, o rush do ouro e o contrabando baiano. - Manuel Nunes Viana. - Frei Francisco de Meneses. - Os primei- ros incidentes. - Manuel Nunes Viana é sagrado Governador de Minas Gerais. - “Capão da Traição”. - Tentativas de apazigua- mento e a expedição de Amador Bueno. - A pacificação. CAPÍTULO IV. — As monções 335 Paralelismo entre as monções do Oriente e as do Brasil. — A des- coberta das minas e a decadência de São Paulo. - Miguel Sutil e as minas do Senhor Bom Jesus do Cuiabá. - Roteiros de viagem. Comboios fluviais. - As embarcações, os tripulantes e as merca- dorias. - O processo de sedentarização. CAPÍTULO V. - A Colônia do Sacramento e a expansão n

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Comentários para: História da Civilização Brasileira Volume 1 • 4

Anônimo
Pois consegui baixá-lo completo. Obrigado.
Anônimo
Não é o livro completo! Tem 05 pgs o pdf... Que ódio! kkk 
Anônimo
ninguém consegue
Anônimo
Pq nunca consigo baixar?? Mas que droga!!